sábado, 4 de junho de 2011

- a new start.


A thousand apologies I require not knowing say goodbye right. Well we tried, we made plans, but our ideals are no longer the same. Maybe not talk of love, but it's something I feel inside done flower what lose your perfume with the time. Two are one now. Keep your sunny afternoons in your heart. Listen, now to walk alone. You know, I'm trying to figure out, trying to untie the knots, getting away from the shackles that I did to get here. Forget the pain and take the kiss and the taste of our history and know that from now on my eternal does not belong to you.

“That this end do not bring the pain, for it is only a new start.”

quarta-feira, 1 de junho de 2011

- Romeu V - Última carta para o Romeu.


E quando eu soube que uma carruagem passaria por estas bandas neste final de semana fiquei super alegre e pensei comigo mesma: irei viajar... Mas... Para ver quem? Esqueceu que não és mais bem vinda? Serei uma intrusa? É... Como a vida muda, meu Romeu! Antes tu precisavas de mim, oh ser preponderante; hoje não precisas mais, as coisas mudam e não posso interferir nos sentimentos, nos corações, no voo dos pássaros, nem no brilho das estrelas; nem na vida. Não digo que estou a chutar o prato a que comi, mas não posso amar sozinha. Não digo que te amo mais, mas não te odeio também; tornou-se apenas mais um ser vivo na face da Terra não tendo importância mais alguma pra mim. Tinha tudo para darmos certo, tudo mesmo, sabe? Oh, Romeu, por quê? Por que jogaste tamanho amor ao léu? Antes de ontem eu sofri, chorei e até deprimi. Ontem eu senti sua falta. Hoje até esqueci qual o sabor de sua boca, o calor do seu abraço, seu perfume que tanto amava e precisava e até seu sobrenome. Tudo está apagado, sabe? Não consigo guardar sentimentos por muito tempo, porque enjôo das coisas; e sempre soube disso. Não guardes rancor de mim, príncipe incompreendido. Lembre de mim como uma estrela-cadente que veio, passou, deixou uma marca e se foi! Foi muito legal partilhar um pouco da minha vida com você, querido, e não digo que nunca mais o verei; mas não agora e não tão já! Quero viver, quero sair dessa cúpula ilusória que me cercava para viver novos ares. Não sabes, mas viajarei... Sim! Baterei minhas asas para fora e darei o melhor de mim para eu ser lembrada por todos, fazendo o melhor que sei fazer e tu sentirás orgulho, mas farei por mim mesma e não que seu orgulho me fará melhor ou pior; nem sinto. Então acho mais fácil jogar fora as coisas enterradas em seu baú e dar lugar para outras coisas, "mais novas" como chamam agora, querido conhecido. Agora os trompetes estão tocando e terei de assistir uma apresentação, mas quero que sejas feliz eternamente, pois agora eu irei a buscar outro Romeu maduro e que saiba amar, pois eu quero um homem e não um garoto.

“PS.: Eu ainda quero um amor que dure o resto da vida, pois um amor com dores, lágrimas e sofrimento só é legal nas histórias de Romeu e Julieta.”
Ass. Julieta.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

- caminhando.


E num piscar de olhos percebi que estava ali... Meio sem jeito e com vergonha. Olhava para um lado e olhava para o outro, mas parecia que nada enxergava a não ser sua timidez. Foi quando eu olhei-te e tu olhaste-me e houve a transição. Eu interessado em ouvir sua voz e você na minha. Tu puxavas a manga da minha blusa quando queria atenção e apenas de eu olhar-te sentia sua satisfação. Em minha cabeça passou milhões de coisas diferentes. Queria teu beijo, mas estamos em mundos diferentes. Queria teu abraço, mas qual seria a desculpa? Foi quando eu percebi que ter-te ali era o que eu queria; comigo. Foi o que eu queria e foi o que eu precisava... Uma pessoa amiga! Não digo que ainda não quero beijar-te, mas digo que não pretendo isso. Eu necessito do seu ar e você necessita do meu também; uma conexão. E não tem nada melhor que o conforto de sua mão...

“E será nos momentos tristes e felizes, pois tu és parte da minha direção.”

sábado, 28 de maio de 2011

- amor sem razão.


Pra que vou negar o que sinto, se quando eu ver-te eu entregarei tudo? Não dá pra esconder. Teu nome e o delírio dos teus lábios não saem de minha mente; sem explicação. Loucuras que eu faria por ti e sente por mim apenas amizade. Tão perto... Tão longe... Mas não dá pra evitar quando deve e tem que acontecer. Para ter a ti, e não perder-te, o amor irei negar; sempre. Tu és um ser humano vestindo uma auréola; tirou minha solidão e paz. Já não penso e nem sei o que mais fazer. Perder-te-ei se eu declarar-me e isso não quero. O amigo ou o amor, a cruz e a espada. Esquecer essa doce e terrível ilusão e a amizade cultivar? O que fazer com esta indecisão? Um menino entregue as vontades; rouba-me, prenda-me, aprisiona-me e liberte-me. O amor irei esquecer e terei um amigo para o todo e sempre. Tu me fazes tão bem; e nem imaginas. Tu és tudo de tão melhor; e nem sabes. Pois agora encontrei alguém que poderá me fazer sentir menos só.

“Mesmo que seja como amigo; Um novo amigo.”

quarta-feira, 25 de maio de 2011

- ridiculamente.


Tipo, nem eu mesmo me entendo, sabe?! Preciso às vezes parar e pensar qual meu objetivo ou qual minha meta. Acho que me perdi no vago infinito do universo, pois para onde quer que eu olhe nada mais enxergo. O escuro parece acolhedor e quente, e sinto que é a única coisa que eu pretendo ver, mas a luz precisa sempre desaparecer? Não sinto afeto nos abraços, nem sinto o calor das mãos, e nem se quer beijo as pessoas; endureci? Virei pedra? Perdi um coração e ganhei dois cérebros? Não que eu tenha perdido o amor, mas acho que esqueci dele... E quando eu olhei em volta vi várias coisas jogadas e olho para cima e vejo no letreiro: “ACHADOS E PERDIDOS”. Não tenho medo do desconhecido e nem me importo se o vento sopra as brasas quentes, pois o frio, agora, me acalma. Minha vontade era de encontrar algo, do tipo, um milagre com asas; não sei bem. Nem sei se quero que meu milagre me salve. Que confusão, não é?! E pelo que percebi só serei feliz e completo quando eu aprender a amar da maneira que TODOS amam: amor de minuto. Só não quero fechar meus olhos.

“E a vida é feita de escolhas; sempre.”

sexta-feira, 20 de maio de 2011

- libido.


[...] e em um de seus suspiros ofegantes, observei uma gota de suor partindo de seu ombro e escorrendo até suas costas, caminhando sobre seus delirantes contornos, suavemente. De repente se desfez. Grosseiramente fiz um buraco na nesga de sua roupa de baixo e fiz-te sentir uma terrível dor; talvez a pior de todas; sem pena, sem culpa, sem remorso. Gemidos, gritos, arranhões, mordidas, transições. Eu perguntava-te lúcido, mas tu estavas em um frenesi constante; e como gemia... Com a maior estupidez, jogo-te para o lado e prendo suas mãos com minha gravata. Então vou pra cima de ti com socos e tapas e enforco-te; suas lágrimas me excitavam. A luz do candelabro fez-me entontecer por alguns instantes, e eis que peguei a vela e derramei sua cera, terrivelmente quente em sua perna, sem desgrudar se quer um segundo de seu pescoço, e gemeste; ou gritaste! [?] Jogo minha proteção no chão, ao lado do tapete vermelho escuro, e banho-te. Gemeste por mais alguns minutos enquanto eu tomava uma ducha fervendo; meio fraco. Visto-me e vejo-te sem movimento algum na cama; talvez paralisada. Passo por você e almejo-te, mas não demonstro; apenas desdém; e vou rumo à direção da porta. Quando estava quase entrando no carro pensei no quanto hipócrita eu fui. Resolvi voltar e deixar 35 reais na mesa de cabeceira. E fui embora sem rumo... Talvez valeu a pena; talvez satisfiz meus próprios desejos. Só espero ter dado o valor que mereceste.

“E pode ficar com o troco, docinho.”

sexta-feira, 13 de maio de 2011

- total certeza; talvez.


Talvez sim, talvez não; e daí?! Quem se importa? Ordens são dadas e regras são impostas, mas quem disse que temos de segui-las? Talvez eu já esperasse, talvez fiquei um pouco apavorado, mas quem se importa? Acho que foi eu mesmo que procurei isso e não me arrependo. Palavras são ditas, rumos são tomados e decisões a serem feitas. Talvez eu nem precisasse mais de você, talvez eu ainda sonhava contigo. E quem disse que a vida acaba? Ninguém para o universo pra consertar, o que, para mim foi um erro; já foi feito. Talvez, algum dia eu queira ver-te, e apertar sua mão e dizer o quanto foi importante pra mim; talvez eu nunca mais queira ver sua face defronte à minha. Talvez eu apostei toda minha felicidade em uma pessoa que nem se quer conhece a sua própria; talvez eu nem representei felicidade. Talvez eu dei o presente mais puro que o ser humano ainda tem; talvez o presente nunca existiu e não passou de um falso embrulho jogado embaixo da cama. Talvez eu lembre de nós dois caminhando a noite sem rumo, com medo e abraçados. Talvez não passou de uma hipnose; e é nisso que acredito.Talvez eu esteja preso no chão a procura do complicado; talvez eu faça meu caminho de volta pra casa quando eu aprender a voar alto. Talvez eu pensei que nunca poderia te esquecer; talvez foi neste instante que esqueci você. Talvez eu estaria desvalorizando eu mesmo, procurando migalhas dentro de um pote fechado; talvez esse pote nunca foi meu. Talvez eu queira te odiar; talvez meus olhos impeçam que isso aconteça. Talvez suas fotos estejam no chão, jogadas em baixo do tapete, roubando minhas memórias; talvez eu sei o que te fazia sofrer. Talvez eu deseje seu mal e que seja sempre infeliz; talvez não seja isso que meu coração deseja a você. Talvez eu derrame algumas lágrimas por você nesta noite; talvez eu saia na chuva para disfarçar minhas lágrimas. Talvez seu amor era a única coisa que me dava chão; rumo; talvez eu esteja caído. Talvez eu vá lhe dizer que sou louco por você; talvez eu excluirei todos de sua volta da minha vida ; que infelicidade. Talvez eu não faça a mínima diferença na vida de alguns; talvez esse alguns são mais do que simples “velhos passados” na minha vida; é a vida. Talvez tudo o que ficou mexeu com meu interior; talvez a vida interrompeu tudo o que um dia existiu. Talvez eu fique mais de mil primaveras sem ver-te; talvez amanhã encontrar-te-ei, eternamente. Talvez eu escolhi entrar no trem das sete, não acompanhado por mais ninguém, nunca mais; talvez o trem dê ré e, não reviva, mas crie um novo presente e futuro; não que eu queira. Talvez você fica se perguntando por que ainda permaneço aqui, com deboches e tapas na cara; talvez eu não mande no meu coração, nem nos sentimentos; os odeio com toda minha força. Talvez a vida prove que estávamos errados e nos ensinará a amar novamente; talvez eu faça tudo o oposto que ela quer; não quero te sentir. Talvez sua presença permanece aqui, não me deixando em paz; talvez a ferida já esteja cicatrizada e seus olhos abre-as novamente. Talvez você tenha limitado-me pela vida que desperdiçou à atrás; talvez essa vida deixada não valia cinqüenta reais. Talvez tudo foi um erro; talvez foi o melhor erro que cometi.

“Mas, talvez, era esse o rumo que a história teria que tomar.”