- combalido.

Os segundos pararam. Olho o ponteiro do relógio e ele parece estar cansado; ele cessou. O tique-taque alguma coisa espera. Ele avança impetuoso, como uma tartaruga cansada correndo da tempestade de areia; exausta. Joguei-o no chão e seus pedaços caíram embaixo do sofá, espalhando-se. Mas ainda sim ouço seu soar dentro de mim; fadigado. E não adianta eu fechar os olhos e forçar, ele parece ficar cada vez mais lento.
“O ponteiro sangrou com a força que fizeram, como se uma mão o puxasse”.

2 comentários:

vaiper disse...

Quem me dera o tempo para a vida sumi , quem dera o relógio sumi e fazer o tempo parar, como alguém pode se apaixona, amar e se perde .... que tudo suma , que a dor termine , que o existência suma.

vaiper disse...

As vezes acabamos encontrando as palavras que tanto almejamos falar, porem estão trancadas na mente de tal forma que somente temos coragem de lê - las através de outra pessoa.
Adoro suas palavras!

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