- cadê o presente?

Você vai dormir todo ansioso; desesperado. Mexe-se várias vezes na cama, de um lado para o outro, fecha bem forte os olhos e de repente entra num sono forçado; adormece. Está ali somente para passar o tempo e quando acorda passaram-se apenas quatro minutos; que decepção, nem é Natal ainda. Mas mesmo assim dá uma espiada em baixo da árvore e nada encontra; “- Que demora...” Triste, dá um pulo na cama e adormece por falta de opção. Sente-se como estivesse no mais fundo de seus sonhos e, talvez, desejasse que nunca mais amanhecesse o dia, quando, sente cheiro de café. Abre os olhos e passaram mais quatro minutos de sono; hoje a noite não passa! Começa a imaginar coisas, momentos (aqueles que desejaria que nunca tivesse acabado), quando ouviu o canto de um pássaro; já era manhã. Corre, desenfreado para a sala e vai ver seu presente na árvore, ou na chaminé, ou sentado, ou na cozinha, qualquer coisa; mas não. Nada... Mais uma vez seu presente não chegou; mais uma vez.
“Talvez a espera esteja morrendo, mas nunca a vontade.”

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